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Apresentação

A palavra inclusão significa: ação ou efeito de incluir. Estado de uma coisa incluída. Inclusão é o mesmo que pegar alguma coisa que esteja fora e colocar dentro (DICIO, 2021).

A exclusão pode ter uma conotação socioeducativa, quando o sujeito é privado das ações relacionadas à escola e à educação; socioeconômica, quando a pessoa não tem acesso aos bens de consumo e alimentos; e sociossanitárias, quando o cidadão não tem acesso aos sistemas de saúde ou mesmo quando tem alguma deficiência que promove essa exclusão. Neste capítulo, enfatizaremos a relacionada à deficiência.

Tá na lei


Art. 5 Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade. (Brasil, 1988)

Nesse sentido, segundo Santos (2021), há arquivos históricos datados do século XV que tratam de crianças com deficiências, que eram abandonadas e jogadas nos esgotos da Roma Antiga. Em outra parte da Grécia Antiga, que ficou famosa pelos seus guerreiros e pessoas com boas condições físicas, Esparta, as crianças com deficiências eram abandonadas e acabavam morrendo. Naquela época, as pessoas com deficiência eram consideradas improdutivas, sendo um “peso” para a sociedade.





Como mencionado, as deficiências tinham uma explicação mística. Outro ponto eram os mutilados de guerra, que eram inseridos na sociedade sem qualquer forma de condição de inclusão. E até o século XIX, existe uma exclusão total em relação à pessoa com deficiência, seja de que etiologia for. Eles eram relegados ao isolamento ou abandono sem qualquer tipo de atenção ou tratamento. Pessoas com deficiência eram mantidas isoladas. Já na Idade Moderna, as pessoas com deficiência são consideradas doentes, que precisam de cuidados médicos (PESSOTTI,1984: p.15).

No século XVI, com a Revolução Francesa, a deficiência passa a ser considerada algo que pode ser tratado; surgiram os hospitais psiquiátricos para o tratamento das pessoas com deficiência intelectual. Contudo, a Revolução Francesa influencia o mundo ocidental e surge, assim, a Declaração dos Direitos Humanos. Ela citava o respeito, pelo Estado, à dignidade da pessoa humana; a liberdade e a igualdade dos cidadãos perante a lei, dentre outros (MONTEIRO et al., 2016). Assim, no século XX essa discussão se aprofunda e, ainda em virtude das duas grandes guerras ocorridas, o tema passa a ter nova conotação.

Com isso, o século XX foi marcado por grandes avanços no campo dos direitos individuais e pela promoção da inclusão das pessoas com deficiência.

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Entre os povos primitivos, alguns exterminavam as pessoas com deficiência; outros as protegiam e sustentavam para buscar os favores dos deuses ou como reconhecimento pelas mutilações de guerra (FONSECA, 1997, p.135). Na Roma Antiga, os nobres e plebeus podiam sacrificar os filhos que nasciam com alguma deficiência, pois a deficiência era considerada um castigo dos deuses (MONTERIRO et al., 2016). Na Grécia, mais especificamente em Esparta, as crianças com deficiência eram consideradas subumanas, o que promovia sua eliminação ou abandono (PESSOTTI, 1984, p.12).

Inclusão e gestão





Segundo o Dicionário Online Português (DICO, 2021), a inclusão é um substantivo feminino que indica integração absoluta de pessoas que têm necessidades especiais ou específicas numa sociedade; refere-se a políticas de inclusão. Inclusão é sinônimo de colocação, introdução, incorporação, inserção e integração.

Para Monteiro et al. (2016), durante muito séculos, as pessoas com deficiência foram maltratadas, excluídas e abandonadas pela família e pelo Estado. Várias foram às lutas, que visaram ao reconhecimento de direitos. No século XXI, a pessoa com deficiência começa a ser reconhecida efetivamente como cidadã, e a luta continua para que, de fato, tenham seus direitos respeitados no meio social e em seu ambiente de convívio.

Para que possamos proporcionar a inclusão de fato e de direito, temos de entender o que é gestão e quais seriam as atribuições do gestor relacionado com a inclusão da pessoa com deficiência.

Gestão é ação de gerir, de administrar, de governar ou de dirigir negócios públicos ou particulares; administração. É também função ou exercício da pessoa responsável pela administração; gerência. Gestão social é o período administrativo, numa sociedade, em que uma pessoa é responsável pelo gerenciamento por atribuição dos outros sócios (DICO, 2021).

O que é gestão para inclusão



Para entrarmos na gestão para inclusão, devemos ter em mente que o termo incapacidade traz junto de si um grande número de diferentes limitações funcionais que são abordadas em nível mundial. As formas presentes das incapacidades são denominadas deficiência física, intelectual e/ou sensorial. Essas deficiências podem se apresentar de forma permanente ou transitória (PETTENGILL, 2001). As normas nacionais definem pessoa com deficiência como a que apresenta, em caráter permanente, perdas ou anormalidades de sua estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica, que gerem incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado regular para o ser humano (BRASIL, 1993). Vale ressaltar que pessoas com deficiência têm garantia constitucional em relação à educação e ao atendimento especializado (BRASIL, 1993).

O corpo humano transforma a energia dos alimentos em energia mecânica (movimentos) (REIS et al., 2006; BODAS et al., 2005; AIDAR et al., 2008). Como todo corpo vivo, o corpo humano necessita manter um equilíbrio, que pode ser verificado pelas regulagens específicas. Quando essas regulagens não funcionam bem, as patologias começam a aparecer. Essa regulagem e o funcionamento do corpo humano são mantidos por um equilíbrio dinâmico, que normalmente é favorecido por hábitos de vida saudáveis – dentre eles, alimentares, atividades físicas regulares e demais comportamentos. Assim, os exercícios físicos tendem a promover melhorias no estado de depressão, ansiedade e qualidade de vida, além das melhorias na saúde de forma geral. Nesse diapasão, principalmente as pessoas com deficiência, sem um programa de atividade física bem elaborado e gerenciado, estarão susceptíveis aos efeitos danosos da sociedade moderna, grandemente afetados pelo sedentarismo (AIDAR et al., 2007, 2011, 2012, 2014).

O esporte, além de ser um importante agente de inclusão, deve ser gerenciado levando em consideração as potencialidades e as limitações físico-motoras, sensoriais e mentais dos seus praticantes. Deve propiciar a participação efetiva nas diversas atividades, esportivas ou esportivas recreativas, potencializando o desenvolvimento da pessoa com deficiência (AIDAR et al., 2016; 2018a, b, c). É importante salientar que, para promover a inclusão por meio do esporte, não basta conhecimento técnico em relação às capacidades biológicas do indivíduo, mas é necessário abordar as relações pessoais e sua interação com o grupo bem como ter empatia para entender o significado das atividades físicas para eles. Em sua essência, para a pessoa com deficiência, as perspectivas não são diferentes às propostas para a pessoa sem deficiência; contudo, o método tende a estar alterado (WINNICK, 2004).

As atividades físicas são a principal forma de atenuar o estresse em pessoas com deficiência, proporcionando melhorias na sua vida social e na sua estabilidade emocional em praticantes de exercício físico regular (CAROD-ARTAL 2006) como forma de manter a sua funcionalidade, melhora na depressão e qualidade de vida (VAN DE PORT et al., 2009). De acordo com Adams (1985), a pessoa com deficiência tende ao isolamento e ao sedentarismo. A necessidade desse segmento é a mesma que a necessidade das demais pessoas, porém o método é que está alterado.

Para Aidar et al. (2007), a educação física e o esporte, no contexto do processo da educação do indivíduo, teriam, dentre outros objetivos, os de recrear e resgatar a infância e o prazer pelo movimento. Segundo Lemos (2004), praticar esporte tende a promover a vivência do corpo diferenciado, propiciando a aceitação do “eu”, com respeito às diferenças e às limitações inerentes a cada um de nós, fazendo que o indivíduo com deficiência aprenda a lidar e a conviver com as suas limitações e, a partir dessa convivência, potencializar uma melhora funcional e social, com consequente melhoria na qualidade de vida.





Nesse sentido, para gerir as atividades físicas para pessoas com deficiência, devemos nos atentar para alguns princípios. Seja em que ambiente estiverem, os princípios de gestão devem ser observados e incluem hierarquia, controle, unidade de comando, delegação de autoridade, especialização, objetivos, centralização e descentralização. A gestão normalmente tem uma hierarquia que é representada por uma pirâmide. Os responsáveis por setores ou departamentos, chefes, tomam decisões que dizem respeito às suas divisões sob sua responsabilidade. A decisão final, no entanto, cabe à pessoa de maior grau hierárquico dentro da organização. Para isso, a unidade de comando estabelece quem é o responsável por reportar a quem dentro do organograma da organização. Nessas organizações é normal haver delegação de autoridade, que começa no topo e desce pela cadeia de comando.

Quanto mais técnico é a pessoa, mais ela atua no nível de fazer e menos no que se refere à gestão geral da organização. É comum o gestor ter uma visão mais sistêmica, o intermediário ter uma visão sistêmica e técnica e o nível de execução normalmente ter um conhecimento técnico mais específico, mas com menos poder de decisão. O técnico está ligado à especialização, que se refere à realização de tarefas por pessoas contratadas para fazê-las, em vez de serem atribuídas tarefas fora de suas descrições de trabalho. Faz-se importante salientar que toda organização precisa ter objetivos claramente definidos, aos quais todos os funcionários tentam atender. Centralização refere-se à autoridade no topo; a descentralização, à responsabilidade delegada a vários níveis.

Assim sendo, o programa de exercícios físicos para pessoas com deficiência deveria seguir basicamente o organograma a seguir (WINNICK, 2004), em que as atividades físicas devem se focar na melhoria, de forma geral, visando a um melhor componente psicomotor, que tem como principais potencializadores a parte cognitiva e afetiva, proporcionando desenvolvimento na educação física do indivíduo e uma consequente evolução na autoestima.

Propósitos de um Programa de Atividade Adaptada
(Fonte: Adaptado de Winnick, 2004)




Em um contexto de avaliação da ação social dos exercícios, o propósito de um programa de educação física adaptada, segundo Winnick (2004), visa estabelecer uma direção, um rumo. Deve ser coerente com objetivos definidos e adequado ao desenvolvimento como um todo, tendo como finalidade melhorar a autoestima e a autorrealização.

Gorgatti e Da Costa (2005) mencionam que, na prática de alguma atividade esportiva, as pessoas com deficiência adquirem um novo sentido de vida, conhecendo outras pessoas em situação semelhante, e tendem a voltar a se sentirem úteis e capazes no âmbito social.
Para isso, e dentro de uma gestão para uma inclusão mais efetiva, as teorias iniciais de administração, desenvolvidas por Henri e Fayol, apontam princípios básicos da administração e especificam que todos os envolvidos devem planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar. Contudo, nos dias atuais os princípios da administração tendem a serem mais democráticos com a participação de todos e de modo mais humanista.

Assim, no desenvolvimento de suas atividades, o administrador é responsável por um conjunto de serviços relacionados direta ou indiretamente ao funcionamento e à manutenção de suas atividades, como gestão, consultoria, atividades específicas, dentre outros.

A partir do exposto sobre a gestão administrativa da atuação com e para pessoas com deficiência, alguns tópicos devem ser observados, como descrevemos a seguir. O conteúdo foi adaptado de Mantoan (2006), Ramos (2016) e Aidar (2004).

  1. Fazer uma anamnese correta da pessoa com deficiência. No ambiente escolar ou não, é preciso identificar as reais condições em que ela está e avaliar as possibilidades de atendimento da pessoa com deficiência. É dever do Estado oferecer uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno, além de todos os equipamentos específicos necessários. Cabe ao gestor procurar oferecer as condições adequadas conforme a realidade local.

  2. Adequar o tamanho das turmas a limitações dos alunos com deficiência. Ou seja, turmas de atividades aquáticas, por exemplo, podem ter menos alunos ou somente um aluno por professor de acordo com as deficiências desses alunos. Deve-se ressaltar que grupos pequenos (com ou sem alunos de inclusão) favorecem a aprendizagem.

  3. Quantos alunos com deficiência podem ser atendidos em cada turma? Essa tem sido uma pergunta recorrente; contudo, não há uma regra em relação a isso. Como mencionamos no item 2, pode ser um aluno somente, mas em geral existem dois ou, em alguns casos, três por turma, logicamente dependendo da deficiência e das limitações.

  4. Com as pessoas com deficiência, os métodos tendem a estar alterados, mas os anseios são os mesmos. As ementas e os projetos pedagógicos devem ser adaptados e flexibilizados, contemplando o atendimento à diversidade e o aparato que a equipe terá para atender e ensinar a todos.

  5. Os alunos com deficiência, preferencialmente, devem estar com os demais alunos. Os deficientes físicos, visuais e auditivos normalmente se enquadram bem nesta situação juntamente com os alunos sem deficiência, acompanhando bem o ritmo da turma. Os que têm deficiência intelectual ou múltipla exigem que o gestor consulte profissionais especializados ao tomar essa decisão; por exemplo, um aluno com Síndrome de Down pode se beneficiar ficando com um grupo de idade inferior à dele. Os alunos com deficiência não interferem negativamente nos demais alunos da turma – pelo contrário, tendem a criar uma noção de humanidade e de inclusão aumentada e saudável.

  6. Boas práticas


    Buscamos sempre o indivíduo fisicamente ativo como forma de promoção da autorrealização, ou seja, procuramos a pessoa sempre mais feliz e com a qualidade de vida aumentada. Essa deve ser a perspectiva e a busca na gestão de esportes para inclusão.

  7. A avaliação dos alunos com deficiência deve ser realizada preferencialmente em relação aos próprios avanços; os métodos comparativos devem ser evitados. A gestão em relação aos alunos com deficiência deve propor sempre a observação e a consideração em relação ao desenvolvimento individual, mesmo que não esteja de acordo com os demais membros do grupo.

  8. Solicitar apoio de pessoal especializado, quando temos dificuldades para atendimento ao aluno com deficiência, muitas vezes é necessário. Lembre-se de que a pessoa com deficiência tem direito à educação e ao atendimento regular em seu turno e ao atendimento especializado no contraturno. Além do atendimento especializado, alunos com deficiência têm direito a um cuidador, o que deve ser solicitado caso seja necessário.





  9. Devemos procurar integrar o trabalho do professor ao do especialista, disponibilizando tempo e espaço para que eles se encontrem e compartilhem informações. A gestão deve promover o encontro e a integração, viabilizando uma inclusão mais efetiva e a troca de experiências e técnicas próprias ao atendimento com mais qualidade.

  10. O gestor deve observar e promover a diminuição das possíveis inseguranças dos professores. A promoção de encontros, seminários e cursos, em geral, apresenta novas técnicas e concepções sobre a inclusão. O contato com novas técnicas, teorias e práticas tende a melhorar muito o trato com o aluno, permitindo melhoras em todos os sentidos, sobretudo na inclusão.

  11. Preparar os funcionários para lidar com a inclusão é um grande desafio. Existem vários cursos de especialização. No entanto, a formação no próprio local de trabalho tende a ser a solução mais viável. O gestor deve promover encontros que permitam a exposição de dificuldades, troca de experiências e esclarecimento de dúvidas.

  12. A adaptação do local é um problema que deve ser resolvido em conjunto. Em casos de deficiências mais complexas, é recomendável orientar professores e funcionários a conversar com as turmas sobre as mudanças que estão por vir, a adaptação dos locais e os equipamentos para facilitar a adaptação das pessoas com deficiência para as atividades a serem desenvolvidas. Itens como cadeiras de montanhismo e até mesmo mais professores para ajudar na locomoção e movimentação dos

  13. Reflita


    Tudo o que é grande tende a começar pequeno. Algumas ações feitas em parcerias com órgãos públicos, como o Corpo de Bombeiros, por meio de convênios para o uso de piscinas e instalações, são positivas para a inclusão e para o envolvimento desses órgãos em projetos de responsabilidade social.

  14. Gerir o controle do comportamento do aluno com deficiência e estabelecer uma relação pacífica dele com os demais alunos e vice-versa. A equipe gestora deve investigar o comportamento dos alunos promovendo a participação preferencialmente integral às atividades. É preciso planejar o envolvimento de todos, inclusive da comunidade, e reforçar o trabalho de formação de valores. Neste caso, cabe ao gestor rever com a equipe a proposta de inclusão. É muito importante solicitar o envolvimento da família, notadamente em casos de comportamentos agressivos, e administrar possíveis resistências dos pais de alunos sem deficiência. Um argumento importante é a abordagem dos instrumentos legais em relação à inclusão. Porém o mais importante é apresentar a inclusão como um processo de mão dupla, em que todos, com deficiência ou não, aprendem pela interação e diversidade.

  15. Fazer gestão para que cada vez mais pessoas com deficiência participem de atividades, principalmente as esportivas. Procure abordar aspectos como preconceito, vergonha e insegurança por parte dos pais e tente quebrar resistências demonstrando os benefícios que o aluno com deficiência terá, enfatizando que ela será bem cuidada. A comunicação contínua deve ter uma retroalimentação sobre os benefícios das atividades, promovendo um acompanhamento da evolução e ajustes necessários. Outro ponto importante é que essa comunicação efetiva deve diminuir a evasão e o conhecimento mais real das verdadeiras dificuldades em relação às atividades e à inclusão.

  16. Gerir a preparação dos vários espaços. É importante que os espaços tenham a maior acessibilidade possível, para facilitar a movimentação do aluno com deficiência. Pequenos ajustes influenciam muito a acessibilidade. O uso de equipamentos e brinquedos adaptados desenvolvem a aceitação e a participação do aluno com deficiência. O local pode ter seus próprios recursos, mas o fato de não os ter não pode ser um impeditivo para a prática esportiva adaptada. Enquanto os recursos não estão disponíveis no local, o gestor deve procurar trabalhar em parceria com o atendimento especializado presente na localidade, bairro e cidade e fazer acordos com centros de referência, tais como associações, universidades, ONGs e instituições conveniadas ao governo.

A gestão deve se dar no sentido de pro - mover uma inclusão cada vez mais efetiva – e principalmente com a participação da pessoa com deficiência. O apoio de órgãos públicos ou não, no sentido de ter acesso a cadastro de pessoas com deficiência e realizar ações com a imprensa, usando os meios de divulgação de mídia espontânea, promove inclusão como o envolvimento da sociedade e de órgãos públicos, o que ajuda muito os trabalhos com essa finalidade.

Dicas


15 filmes que abordam o tema inclusão:

  1. Mais vivos do que nunca (2012)

  2. Meu nome é Radio (2003)

  3. Colegas (2012)

  4. Hoje eu quero voltar sozinho (2014)

  5. Cordas (2014)

  6. Sempre amigos (1998)

  7. Uma lição de amor (2001)

  8. A pessoa é para o que nasce (2002)

  9. Janela da alma (2001)

  10. O filho eterno (2016)

  11. Forrest Gump (1994)

  12. Como estrelas na Terra, toda criança é especial (2007)

  13. Vermelho como o céu (2006)

  14. Extraordinário (2017)

  15. O primeiro da classe (2008)

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A Universidade Federal de Sergipe (UFS) desenvolve um projeto de esporte adaptado na modalidade de halterofilismo paralímpico. O projeto conseguiu classificar atletas para competições de nível internacional, inclusive para os Jogos Parapan-Americanos e os Paralímpicos. Entretanto, o projeto se iniciou com a adaptação de equipamentos regulares de academias e o uso de algumas estratégias para melhorar a segurança. Hoje, dispõe de equipamentos de alto nível e atende a um número muito grande de atletas que têm se destacado em âmbitos nacional e internacional.

Referências

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Autor(a) e Ilustrador(a)



Felipe J. Aidar (Autor)

É professor adjunto do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe, profissional de Educação Física e faixa preta terceiro dan de judô. É oficial da Reserva do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. É doutor e mestre em Ciências do Desporto (Universidade Trás os Montes e Alto Douro – Utad, Portugal), licenciado e bacharel em Educação Física (Centro Universitário do Triângulo – Unitri), graduado em Ciências Militares com ênfase em Defesa Social (Academia de Polícia Militar de Minas Gerais), bacharel em Direito (Universidade Cruzeiro do Sul), licenciado em Pedagogia (Universidade de Uberaba – Uniube) e licenciado em Ciências Biológicas (Centro Universitário Claretiano). Tem Pós-Graduação em Direito (Universidade Cruzeiro do Sul), em Segurança Pública (Fundação João Pinheiro), em Orientação Educacional e Psicopedagogia (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), em Gestão Estratégica de Segurança Pública (Fundação João Pinheiro), em Psicomotricidade (Universidade Cândido Mendes), em Atividade Física Adaptada e Saúde (Universidade Gama Filho), em Fisiologia do Exercício (Universidade Veiga de Almeida), em Fisiologia do Exercício – Prescrição do Exercício (Universidade Gama Filho), e em Avaliação e Prescrição da Atividade Física (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal). Desenvolveu o primeiro Estágio Pós-Doutoral em Treino de Força no Programa de Pós-Graduação em Ciências do Desporto da Universidade da Beira Interior (Covilhã, Portugal). Foi o criador e é o coordenador de ações sociais voltadas a atividades físicas para grupos especiais, atividade motora adaptada e atividades para crianças em risco social.


Guabiras (Ilustrador)

Carlos Henrique Santos da Costa é cartunista e jornalista por formação. Trabalhou no O POVO (Fortaleza/CE) de 1998 a 2019. Colaborou para a revista MAD (SP) de 2003 a 2016. Publicou em 2003 uma história em quadrinhos no jornal Extra, de Nova York (EUA). Ganhou em 2015, junto com a equipe de arte do O POVO, o prêmio Esso de Jornalismo na categoria Criação Gráfica. Em 2016, o Prêmio Ângelo Agostini de “Melhor Cartunista” e dois Troféus HQ MIX em parcerias. Participou de projetos como Tarja Preta (RJ), Escape (SP), Gibi Quântico (SP) e Marcatti 40 (SP).